A luz de Lisboa

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Não tendo por hábito ler literatura de viagem ou jornalismo de destinos, o pouco que havia absorvido de Lisboa – enquanto cidade visitável – começa e terminava na luz. A luz que não é a do futebol; é a luz literal. Li ou ouvi que a luz da cidade-centro tinha algo que as outras não tinham – uma espécie de efeito irradiador da arquitectura lisboeta.

Não estive muitas vezes em Lisboa. E das poucas que estive ou faltara-me a disponibilidade de a ver ou o tempo negara-ma.
Hoje, final de tarde, via-a. É bela, sim.

Mas não tanto como a luz que vi, à noite, do topo de um hotel alto. Vi a luz da serenidade depois de uma quase tempestade, irrecuperável, devastadora, destruidora de um tudo a que, sei, ainda tenho por direito durante uns largos anos.

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One thought on “A luz de Lisboa

  1. Raquel Alves diz:

    Concordo plenamente com a opinião acerca da luz lisboeta,penso até que tem um brilho especial,o brilho da luz que passa pelo meio dos edifícios,do castelo lá no alto,das ruas estreitas e que reflecte na típica calçada portuguesa! Lisboa continuará com este brilho, com esta luz, luz esta que permanecerá em nós, na nossa alma,no nosso espírito. Um bem haja a nossa capital! Parabéns pela forma como escreve e pelas coisas belas que nos faz recordar e esboçar um sorriso.

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