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Tecnologias…

As novas tecnologias despertam em mim dois sentimentos que estão nos antípodas: por um lado, ao romperem com as tecnologias tradicionais, deixam-se saudoso e pouco receptivo – acontece com frequência na relação papel vs. digital -, por outro, ao facilitarem e melhorarem pequenos aspectos da vida quotidiana, deixam-me impressionado e com a sensação de que elas, as novas tecnologias, só trazem benefícios.

Vem isto a propósito de uma encomenda que fiz na FNAC, em França. Dela, da encomenda, falarei num post mais à frente.
Por ora, interessa que quer a própria FNAC online, quer o serviço de transporte – neste caso, é por DHL -, disponibilizam um serviço em tempo real que vai dando conta dos locais, horas e processos pelos quais a encomenda está a passar. Melhor: essa informação pode ser remetida para o telemóvel ou para o email.
“Partiu das instalações da DHL em Paris, França”, recebi há uns minutos atrás. Estou deslumbrado.

Provavelmente este serviço já existe há uns anos, mas como só agora o uso, faço de conta que é uma nova tecnologia e deixo-me arrebatar pelo facto de as encomendas perdidas serem coisa do passado.

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Inovação

Ontem, no encerramento do Ciclo de Conferências do Imaterial, em Serralves, Teixeira dos Santos – ex-ministro da “ciclópica” pasta das finanças e Carlos Costa – Governador do BdP – foram unânimes no que à inovação – tema desta última conferência – diz respeito: é imperioso que haja uma forte aposta pública nesta área onde, nós, portugueses, temos um grande potencial de crescimento.

A inovação, num país como o nosso, é a ferramenta que pode alavancar a nossa economia. E não é preciso ser economista, como ambos os convidados ontem eram -, para perceber isto. Portugal é um país da Europa Ocidental que não poderá nunca concorrer em quantidade. A nossa dimensão geográfica não o permite. Resta-nos, por isso, ser criativos e actuar num nicho de mercado onde poucos ou nenhuns têm essa capacidade. Resta-nos actuar sobre os mercados cirúrgicos, onde nos podemos valer.

Carlos Costa referiu, com orgulho, um desses mercados. O calçado, um sector que, há uns anos atrás, estava a passar por sérias dificuldades, impõe-se hoje como um dos mais importantes do país, graças à astúcia dos seus empresários que viram, por exemplo, em Nova Iorque, uma oportunidade de exportação.

O ciclo de conferências encerrou ontem, mas espera-se que mais iniciativas como esta possam ser desenvolvidas.

[Hoje, em Serralves, o quarteto do Governo Sombra fará a partir de lá a sua emissão em directo. Depois de Berlim, segue-se o Porto.]

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Eólicas

São tantos os problemas que afectam o país que desisti de os enumerar.

Dedicar-me-ei, sem qualquer vínculo de promessa, às soluções!

Começo por uma que minimiza, decerto, a nossa colossal dependência energética ao exterior: parque eólicos offshores. O território nacional está a atingir um limite no que concerne aos parques eólicos. Solução? Partir para o mar, como outrora o fizemos.

A EDP está a desenvolver um projecto pioneiro a nível mundial para implantar parques eólicos flutuantes – offshores – que produzirão energia com maior eficiência em pleno oceano.

As vantagens passam pela redução da tão afamada dependência energética, criação de emprego e a dinamização do mar. O futuro passa inegavelmente por aqui.

in Metro [23.02.11]
(ler artigo no Metro online)

 

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