Tag Archives: Inovação

Preferências [II]

 

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“Para além da dívida”

Hoje, no Público, um artigo de leitura obrigatória, de Pedro Lomba, no espaço habitual. “Para além da dívida” refresca-nos com uma visão do investimento governativo em universidades e na formação superior em geral. Apesar do estado agravado da economia mundial, países há onde a crise não afectou a qualidade das instituições de ensino.
“A América pode estar em crise (…) Mas há um foco de poder tipicamente americano que resiste: as universidades”.

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Tecnologias…

As novas tecnologias despertam em mim dois sentimentos que estão nos antípodas: por um lado, ao romperem com as tecnologias tradicionais, deixam-se saudoso e pouco receptivo – acontece com frequência na relação papel vs. digital -, por outro, ao facilitarem e melhorarem pequenos aspectos da vida quotidiana, deixam-me impressionado e com a sensação de que elas, as novas tecnologias, só trazem benefícios.

Vem isto a propósito de uma encomenda que fiz na FNAC, em França. Dela, da encomenda, falarei num post mais à frente.
Por ora, interessa que quer a própria FNAC online, quer o serviço de transporte – neste caso, é por DHL -, disponibilizam um serviço em tempo real que vai dando conta dos locais, horas e processos pelos quais a encomenda está a passar. Melhor: essa informação pode ser remetida para o telemóvel ou para o email.
“Partiu das instalações da DHL em Paris, França”, recebi há uns minutos atrás. Estou deslumbrado.

Provavelmente este serviço já existe há uns anos, mas como só agora o uso, faço de conta que é uma nova tecnologia e deixo-me arrebatar pelo facto de as encomendas perdidas serem coisa do passado.

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Outra perda

 

Esta sequência de perdas, umas atrás de outras, começa a ser difícil de conceber.

Há uma semana e pouco deixou-nos um dos mais significativos empresários do panorama nacional. Salvador Caetano, empreendedor do norte, partiu. Inspirou e inspirará outros que vêem no seu percurso, uma lição.

Anteontem morreu uma lutadora. Maria José Nogueira Pinto, irmã de uma grande jornalista – Maria João Avillez -, deixa também um rasto de luta destemida até ao último minuto.

Ontem, de forma súbita, foi a vez de Diogo Vasconcelos. Dei conta da sua presença e inteligência na primeira vez que ouvi falar dele, o ano passado, numa conferência que assisti na Nova de Lisboa.
A inovação e ele próprio andavam de mãos dadas. Era um visionário dos nossos tempos e andava uns passos à frente nestas e noutras questões.
Li, no fim-de-semana passado, uma entrevista que deu, porventura a última, à revista Cx. Como seria de esperar, o brilhantismo das suas palavras e convicções estava lá. Fiquei particularmente surpreendido com as suas opiniões em relação à direita e esquerda, aos partidos e à sua concepção do mundo partidário.
Fica o seu trabalho, o seu testemunho e o seu percurso profissional, dentro e fora de Portugal. Fica também a sensação que este era um homem que, decerto, muito teria para dar a todos nós.

Espero que as linhas deste blog, não tenham, nos próximos tempos, de se ocupar da triste mas honrada tarefa de descrever homens e mulheres de mérito que partiram.

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Inovação

Ontem, no encerramento do Ciclo de Conferências do Imaterial, em Serralves, Teixeira dos Santos – ex-ministro da “ciclópica” pasta das finanças e Carlos Costa – Governador do BdP – foram unânimes no que à inovação – tema desta última conferência – diz respeito: é imperioso que haja uma forte aposta pública nesta área onde, nós, portugueses, temos um grande potencial de crescimento.

A inovação, num país como o nosso, é a ferramenta que pode alavancar a nossa economia. E não é preciso ser economista, como ambos os convidados ontem eram -, para perceber isto. Portugal é um país da Europa Ocidental que não poderá nunca concorrer em quantidade. A nossa dimensão geográfica não o permite. Resta-nos, por isso, ser criativos e actuar num nicho de mercado onde poucos ou nenhuns têm essa capacidade. Resta-nos actuar sobre os mercados cirúrgicos, onde nos podemos valer.

Carlos Costa referiu, com orgulho, um desses mercados. O calçado, um sector que, há uns anos atrás, estava a passar por sérias dificuldades, impõe-se hoje como um dos mais importantes do país, graças à astúcia dos seus empresários que viram, por exemplo, em Nova Iorque, uma oportunidade de exportação.

O ciclo de conferências encerrou ontem, mas espera-se que mais iniciativas como esta possam ser desenvolvidas.

[Hoje, em Serralves, o quarteto do Governo Sombra fará a partir de lá a sua emissão em directo. Depois de Berlim, segue-se o Porto.]

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